Sang ahli jejak kembali ke Tianjin Wei pada era tahun tiga puluhan.
1935.
Segundo dia do segundo mês do calendário lunar, Tianjin.
Ruas e becos ressoam a sinfonia da vida: pregões de mercadores, o burburinho dos transeuntes, fios e rendas que, entrelaçados, tecem um quadro vívido do mundo humano e seus incêndios cotidianos.
A luz do sol, tímida, derrama-se por entre as fendas das nuvens, acariciando suavemente os lajedos da rua; um toque de brilho cálido e radiante salpica a cena acolhedora do bulício urbano.
No fundo de um hutong, em um sobrado de dois andares, Xu Qingyun, trajando uniforme estudantil e com apenas vinte anos de idade, permanece imóvel diante da janela. Seus olhos, profundos como um antigo poço, contemplam em silêncio o mundo além do vidro.
— Saiu.
Xu Qingyun ergue-se de súbito, o olhar aguçado como o de um falcão crava-se no exterior. No pátio do casarão em frente, uma silhueta surge: é Hu Qi, o bandido que constitui o alvo de sua caçada.
Há um mês, Xu Qingyun ingressara na delegacia de polícia de Tianjin, sendo imediatamente nomeado chefe interino de esquadrão. A missão de hoje é crucial: se a cumprir, o título provisório será removido de seu cargo.
— Vou adiantando o posto.
Zuo Jinfang, conterrâneo de Xu Qingyun e antigo meeiro da família Xu, leal e digno de confiança, desce rapidamente as escadas.
Xu Qingyun, oculto na penumbra, prossegue sua vigília.
Hu Qi lava o rosto no pátio, vagueia por um instante e, por fim, dirige-se à saída. Xu Qingyun acompanha-o com o olhar atento, escondido.
Nesse momento, Zuo Jinfang já alc