【【Hongxiu Dushu—Kompetisi Global Penulisan Novel Pertama】Karya Peserta】Ini adalah kisah tragis tentang seorang pria jujur yang akhirnya tak mampu lagi menahan diri. Sebagai seorang yang polos dan lurus, hidupnya sangat sederhana; ia bekerja dengan penuh dedikasi, giat memecahkan kasus, dan sesekali menggoda pemuda berambut pirang di rumahnya. Namun, siapa sangka suatu hari ia akan terjebak sedemikian rupa hingga tubuh dan jiwanya hancur lebur, bahkan nyawanya pun turut terenggut. Lalu, apa yang harus dilakukan? Apalagi selain mengambil pelajaran dan berusaha menuntaskan perjalanan ini dengan sempurna! (Petunjuk Membaca: Bukan cerita yang memanjakan, bukan cerita dangkal, sedikit mengasah otak, sedikit menyayat hati, berkembang perlahan, namun dijamin berakhir bahagia! Silakan ikuti kisah ini tanpa ragu, jangan takut!) (Judul asli “Permainan Reinkarnasi”, namun karena sudah ada yang memakai nama serupa, terpaksa diganti.)
— Você... você é um monstro! — O homem baixo e rechonchudo, encurralado contra a parede, tremia enquanto apontava, aterrorizado, para a imponente sombra à sua frente.
— Hum? Monstro, dizes?... Todos assim me chamam. Contudo, devo confessar: prefiro ser chamado de Ceifador. — Um relâmpago rasgou o céu, iluminando por um academically instante o rosto grotesco, bestial, que logo se dissolveu novamente nas trevas. O "monstro" deslizou languidamente a ponta dos dedos pelo fio afiado da lâmina, que subitamente mergulhou no corpo do homem gordo.
— Uma pena, todos acabam morrendo. — O monstro retirou do bolso um lenço, limpou meticulosamente o sangue das mãos e o atirou, displicente, sobre o rosto do morto, tapando-lhe os olhos arregalados de pavor.
A criatura, sem pressa de partir, postou-se diante da janela panorâmica, contemplando o trânsito cada vez mais insignificante sob o céu tempestuoso, relâmpagos rasgando a penumbra. Espreguiçou-se, e então arremeteu contra o vidro temperado; em um instante, o alarme e o estilhaçar do vidro ecoaram juntos, e o "monstro" abriu os braços, lançando-se do trigésimo andar.
À medida que o som do alarme se esvaía na distância, o monstro aterrissou ileso num beco escuro ao fundo do edifício. Retirou a máscara e a lançou na lixeira; ao ouvir as sirenes se aproximando, esboçou um sorriso e desapareceu nas vielas tortuosas.
— Cheguei! — Vestido casualmente, alguns fios castanhos caindo-lhe despreocupados sobre a testa e realçando o rosto jovem e belo, o rapaz entrou em casa às escuras e acendeu a