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— O ferimento já cessou o sangramento, mas a pressão sanguínea está demasiadamente baixa; houve uma parada cardíaca, acompanhada de choque hipovolêmico. Esta menina perdeu sangue demais, está à beira da morte — bradou a enfermeira, os olhos fixos nos instrumentos. Imediatamente, os nervos de todos se retesaram; as mãos, munidas de aparelhos médicos, começaram a tremer incessantemente.
— Adrenalina, injeção intravenosa! Não interrompam a ressuscitação cardiopulmonar. O desfibrilador está pronto? Assim que energizarem, preparem-se para desfibrilar! — O médico da sala de emergência ajoelhou-se sobre o leito.
Ergueu a roupa da pequena, revelando um tórax magro, ossudo. No braço, as cicatrizes de queimaduras de cigarro ainda não haviam cicatrizado; algumas já se encontravam infectadas, supurando pus.
O rosto do médico transfigurou-se, mas suas mãos não cessaram os procedimentos. O desfibrilador foi preparado, o som do fluxo elétrico ecoando, sibilante.
— Bum! — O peito frágil da menina estremeceu vigorosamente ao contato do desfibrilador.
— Nenhuma resposta!
— De novo!
— Bum!
— De novo!
— Bum!
— Bip... — O alarme do monitor foi, aos poucos, estabilizando-se; as linhas do eletrocardiograma voltaram a pulsar.
O médico enxugou o suor que lhe escorria da testa, puxou a gola da camisa, revelando um colarinho verde-militar, adornado com uma insígnia de honra.
Ao se curvar, todos na sala de resgate puderam ver: à sua retaguarda, uma pistola estava presa.
— Sangue tipo AB, 500cc, infusão intravenosa, rápido